sexta-feira, 13 de julho de 2012

Companheiros e Companheiras!!!
 Vamos iniciar nossa luta. Temos história, bagagem política e sentimentos nobres em relação ao nosso povo.
 Elegermos nossos companheiros para camara municipal é nossa tarefa principal.
 Por várias legislaturas nossa população tem visto a falta de preparo de quase a totalidade dos vereadores que passaram e que estão na câmara.
 Os raros projetos aprovados foram apresentados por um ou  outro parlamentar que honrou o seu mandato, mas, a maioria é muito ruim, despreparada, oportunista e demagoga.
... Juiz de Fora e o nosso povo merecem mais. Nós do Pátria Livre temos todas  as condições de contribuir para que a câmara volte a ter credibilidade junto a população e que seja realmente a casa do povo.
 A política, e como qualquer outra profissão, tem o lado bom e o lado ruim. Nós estamos do lado bom e vamos levar a nossa população o que há de melhor, que são as nossas consciências, nosso amor para com as pessoas e um compromisso inabalável com nossa cidade.
 Assim, estão todos convocados a enganjarem nessa luta, porque nós somos como todo brasileiro: " gente de caráter, coração valente e com a coragem de mudar"
 Viva nossa pátria!!!
 Viva Juiz de Fora
 Viva o Partido Pátria Livre!!!


Por Wilhans Moraes - Presidente PPL-JF

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Convenção PPL - JF 2012


É com imensa satisfação que reiteramos o sucesso de nossa Convenção realizada no último sábado, dia 30. As definições foram discutidas e aprovadas através de uma democrática votação entre os convencionais. Seguem as informações mais importantes definidas na nossa Convenção:

- Coligação com o Partido Democrático Trabalhista (PDT);
- Apoio nas Eleições Majoritárias 2012 ao atual Prefeito, candidato à reeleição, Custódio Mattos;
- Candidatos ao Legislativo de Juiz de Fora pelo Partido Pátria Livre: comunicador Léo Peixoto e a líder comunitária Maura Luiza.

Coração valente, mãos limpas e coragem para mudar. Esse é o Partido Pátria Livre apresentando-se à cidade de Juiz de Fora!

sexta-feira, 22 de junho de 2012






O Partido Pátria Livre de Juiz de Fora tem a honra de convidar nossos filiados, simpatizantes e amigos para a 1ª Convenção Municipal. As pautas a serem discutidas serão: chapa de veradores, candidatura à prefeito ou não e alianças políticas para o pleito desse ano. Sua presença enriquecerá nosso debate e será de grande valia para nossas decisões. Participe!

Coração valente, mãos limpas e coragem para mudar!

Dia: 30/06/2012 - sábado
Hotel Serrano - Rua Sta Rita, 399 - Centro Juiz de Fora - MG, 36010-071
A partir das 10h.

terça-feira, 5 de junho de 2012

Reunião do PPL-JF


É com imensa satisfação que convidamos nossos companheiros e filiados para nossa próxima reunião. Sua presença será de extrema importância para o enriquecimento de nossa discussão. O encontro terá o objetivo de definir a data da nossa Convenção para as eleições deste ano. Participe! Coração valente, mãos limpas e coragem para mudar.


Data: 06/06/2012

Rua Halfeld, 651, sala 1111, Centro.

Horário: 18:30h

sexta-feira, 1 de junho de 2012


Estrangeiros adquirem empresas nacionais e produção industrial cai
                                       Na segunda-feira não escapou nem churrascaria

A produção industrial caiu -0,2% em abril, comparada a março, e -2,9% em relação a de abril de 2011: a oitava queda seguida nessa última comparação.
O resultado foi divulgado pelo IBGE no dia 31.
               No ano, a queda na produção física da indústria está em -2,8%, principalmente na fabricação de: veículos (-17,9%); equipamentos de comunicações (-14%); vestuário (-13,5%); máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-9,3%); têxteis (-7,6%); equipamentos de informática (-7,4%); borracha e plástico (-5,3%); medicamentos (-5,1%); produtos de metal (-4,7%); metalurgia básica (-4%); e calçados (-3,4%).
              Já levantamos aqui os problemas advindos da devastação da cadeia produtiva, imposta por aumentos de juros irracionais e tresloucada taxa de câmbio que, com a restrição de crédito e a contenção dos aumentos salariais, constituiu a política econômica do ano passado – que a presidente Dilma, no momento, esforça-se para corrigir.
             O problema é que só existe crescimento da indústria se existir indústria – transformada em comércio de importados, pela desnacionalização, é difícil que a indústria cresça, e, por consequência, a economia, além, talvez, do chamado voo de galinha, às vezes nem isso.
             Portanto, o crescimento sólido da economia implica na existência de uma indústria nacional – em outras palavras, na existência de cadeias produtivas internas. De que adianta ter um magote de montadoras multinacionais com as suas cadeias produtivas localizadas no exterior? Como setor secundário da economia, é possível conviver com elas. Mas como setor principal significa, necessariamente, descambar na estagnação – e na crise, porque não há melhor forma de importar crises para dentro do país que a de submeter a economia à dinâmica de economias em crise.
             Há algum tempo, o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ), Luiz Aubert Neto, comentou uma exposição industrial do seu setor:

“... causou grande preocupação não só o crescimento exponencial do número de produtos estrangeiros (...), mas também a grande quantidade de componentes importados embarcados nas máquinas e equipamentos (…) o acelerado processo de desnacionalização (...). E quando falamos em desnacionalização, reprimarização e desindustrialização não se trata de pessimismo ou 'choro de empresário'. (…) o empresário brasileiro não deixa ou deixará de ganhar dinheiro por conta da desnacionalização, pois continuará a comercializar os produtos importados com margens até melhores do que se estivesse fabricando, porém, deixará de gerar empregos em toda a cadeia produtiva, que exigem mão de obra qualificada e que, portanto, pagam melhores salários. E quem perde com isso? A resposta é simples: o Brasil, a sociedade brasileira como um todo. Quando defendemos a indústria nacional de transformação não se trata de defender interesses de um setor em específico (repito: é possível ter margens bem melhores simplesmente com a importação), mas sim da defesa da cadeia produtiva (que passa pela matéria-prima, componentes, usinagem, engenharia, montagem, etc..), de maior geração de renda, de desenvolvimento tecnológico e crescimento sustentado da nação. (…). O modelo [baseado em commodities] pode até funcionar no curto prazo, mas a médio e longo prazo não se sustenta e o resultado, infelizmente, é a construção de um país que não gera renda e, consequentemente, pobre”.

Notemos que, se os empresários nacionais foram obrigados a importar componentes para sua produção, no caso das filiais de multinacionais isso não foi uma imposição do câmbio. Pelo contrário, o câmbio deformado é que foi uma imposição delas, para facilitar suas importações de componentes, pois esta faz parte de sua própria natureza de filiais de monopólios estrangeiros.
                A febril feira de empresas da segunda-feira, quando não escapou nem a churrascaria Fogo de Chão (“o jeito gaúcho de fazer churrasco”), comprada por um fundo especulativo de Boston, EUA, deveria servir pelo menos para alertar que o Brasil não pode conviver com essa baderna. Certamente, foi uma demonstração concentrada do que vem ocorrendo no país, ainda que motivada pela entrada em vigor da nova lei de defesa da concorrência, que determina a análise prévia de grandes “fusões e aquisições” pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), ao invés de depois do negócio. É verdade que isso terá pouco efeito antimonopolista enquanto o CADE for composto, como é há muito, por almofadinhas submissos a qualquer monopólio estrangeiro.
              Porém, em poucas horas, além da desnacionalização do churrasco gaúcho da Fogo de Chão, a americana Armco comprou a divisão de galvanização da nacional Mangels; a também americana Fedex comprou a Cometa; a Olam, com sede em Cingapura, comprou a Usina Açucareira Passos; a Cosan/Shell comprou a Comgás - e vendeu suas marcas de açúcar (a Shell quer a Cosan produzindo etanol); e até a chinesa State Grid, muito mal assessorada pelo Bank of America/Merrill Lynch, pegou um tasco: comprou sete linhas de transmissão elétrica de uma falida empresa espanhola.
                Em suma, leitores, uma hora da xepa – só que a xepa eram as nossas empresas. Evidentemente, esses negócios estavam engatilhados há algum tempo. Mas a concentração deles na segunda-feira tem um efeito didático: é isso o que está acontecendo na economia brasileira.
                 Há notícias de que a presidente Dilma estaria preocupada com o baixo nível de investimento e, inclusive, analisando um corte no superávit primário (o desvio de verbas para os juros) para aumentar o investimento público.
                Seria muito bom – e sejamos claros: a política do sr. Mantega de desviar um “belo primário” das verbas públicas e cortar gastos de custeio, supostamente para aumentar os investimentos, é uma completa estupidez. Evidentemente, os gastos de custeio também são um estímulo ao investimento – pela simples razão de que custeio é consumo.
              Mas, sem dúvida, nada disso era para aumentar os investimentos, que, obviamente, caíram: além da desnacionalização, o outro freio ao investimento e ao crescimento é a drenagem de recursos de toda a economia para os bancos. Como diz o presidente da ABIMAQ, “... os juros pagos pelo governo (…) somados aos juros pagos pela sociedade e empresas (financiamentos, cartão de crédito, capital de giro, cheque especial, etc.) superam os 580 bilhões de reais por ano, uma transferência brutal de renda para um único setor da economia”.

CARLOS LOPES

Governo corta pela metade salário
de 48 mil médicos de serviços federais

por Conceição Lemes

O grande desafio do SUS (Sistema Único de Saúde) é o acesso, com atendimento de qualidade à população. Para garanti-lo, é preciso ter profissionais bem formados, atualizados, com remuneração adequada.

Paradoxalmente, em 11 de maio, a presidenta Dilma Rousseff baixou a Medida Provisória (MP) 568/2012, que reduz drasticamente vencimentos e direitos médicos de hospitais, entidades e órgãos federais.

A ministra do Planejamento, Miriam Belchior, também assina a MP que visa à reestruturação de planos de carreira e salários dos servidores federais.

“A MP 568 beneficia várias categorias, mas traz um prejuízo inaceitável para médicos e médicos veterinários de uma forma geral, inclusive àqueles que dão aulas em universidades, além de mexer nos adicionais de periculosidade e insalubridade”, denuncia a médica e deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ). “Reduz em 50% a remuneração. É absolutamente inexplicável, ninguém entendeu a razão dessa maluquice.”

Jandira integra a Comissão Mista no Senado Federal que foi instalada na terça-feira 22 e vai analisar a MP. Na prática, é o conteúdo do projeto de lei 2.203/2011, enviado ao Congresso no ano passado, transformado na MP 568/2012.

Não teria havido um engano?!

“Não houve engano, não”, avisa a deputada. “Tem oito meses que a gente negocia o projeto de lei 2.203/201 com o Planejamento.”

“Em agosto de 2011, quando o governo encaminhou ao Congresso o projeto 2.203, nós questionamos o Planejamento sobre os valores dos salários e gratificações dos médicos em geral”, explica Jandira. “A informação foi de que teria havido um erro de encaminhamento e a tabela seria corrigida. Nós ficamos aguardando o retorno da ministra Miriam Belchior. Só que isso não ocorreu. E, agora, para nossa surpresa, o governo assinou a medida provisória com teor idêntico ao da MP.”

“MAIS UM DESVIO DE RUMO PARA A MELHORIA DO SUS”

Não é à toa que as entidades médicas estão maciçamente contra a MP 568.

“Essa medida desconsidera a lei 3.999, que desde 1961 determina uma carga horária semanal de 20 horas para médicos, diferente dos demais servidores, cuja carga é de 40 horas. O texto também não leva em conta a lei 9436, de 1997, que permite aos médicos que já trabalham 20 horas solicitar outras 20 horas, ficando com um total de 40 horas semanais”, diz Aloísio Tibiriça Miranda, presidente em exercício do Conselho Federal de Medicina (CFM). “O problema afeta perto de 48 mil médicos.

“Já é cada vez mais difícil atrair médicos para o SUS por conta da falta de estrutura e dos baixos salários, agora criam mais esse empecilho”, alerta Márcia Rosa de Araújo, presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (Cremerj). “Essa MP prejudica a população, pois traz enormes prejuízos para a assistência oferecida pela rede pública.”

Em nota conjunta, a Associação Médica do Paraná, o Conselho Regional de Medicina do Paraná e o Sindicato dos Médicos no Estado do Paraná repudiam a MP 568/2012:

A malfadada Medida, além não atender a sua aplicabilidade na forma prevista pelo artigo 62 Constituição Federal, eis que o assunto de que trata, embora seja relevante, não é de urgência, visa alterar conquistas auferidas pelos médicos já consolidadas pelo tempo, o que lhes garante o direito adquirido e, o que é mais grave, intenta diminuir salários e carga horária afeitas a legislação especifica, no caso as Leis 3.999/1961 e 9.436/1997, ainda vigentes.

De outro lado, a instituição da VNPI (Vantagem Pessoa Nominalmente Identificada), nada mais é do que um engodo, que objetiva apenas evitar medidas judiciais que venham questionar a constitucionalidade da Medida, que por si só, já é inconstitucional, eis que busca o congelamento de proventos e a redução gradativa da remuneração dos médicos servidores públicos federais, aposentados e inativos.

A Medida Provisória n.º 568/2012 configura um afronta ao princípio do não retrocesso social, expressamente acolhido no Brasil quando da assinatura do Pacto de São José da Costa Rica, que veda a redução de direitos sociais constitucionais.

“A MP 568 é francamente descontextualizada das necessidades de saúde da população brasileira”, adverte a médica Ana Maria Costa, presidente do Centro Brasileiro de Estudos em Saúde (Cebes). “Deve ser analisada como mais um desvio de rumo para a melhoria do SUS. Esperamos que, agora, o Congresso recoloque as reais questões e propostas para solução dos problemas da força de trabalho do setor publico de saúde nas suas articulações com o direitos universal à saúde preconizado em nossa Constituição.”

Trocando em miúdos, com base em esclarecimentos postados no site do CFM:

* Desde 1961, devido à lei 3.999, os médicos têm jornada de 20 horas semanais. Todas as tabelas baseiam-se nisso.

* A partir de 1997, com a lei 9.436, os médicos podem optar por 40 horas semanais; aí, consideram-se como se fossem dois cargos de 20 horas. Tais direitos se estendem aos benefícios de aposentadorias e pensão.

* A MP 568 revoga a lei 9.436/1997. Logo, extingue a possibilidade de dois cargos de 20 horas.

* O Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão alega que é necessário equiparar as tabelas dos médicos às dos demais profissionais de nível superior, o que significa passar as atuais tabelas de 20h para 40h sem ajuste dos vencimentos. O que, na prática, os reduz à metade.

* Só que a MP 568 não extingue o regime de 20h, mas lhe atribui metade do valor da nova tabela de 40h, já reduzida à metade, de modo que também corresponderá a 50% do valor atual.

* Como a Constituição não admite redução de salários ou vencimentos, a MP 568 tenta compensar as perdas, instituindo a Vantagem Pessoal Nominalmente Identificada (VPNI), que corresponde à diferença entre os salários anteriores e a nova tabela. Assim, aproximadamente metade do valor percebido pelos médicos federais será transformada em VPNI.

* A VPNI, no entanto, terá um valor fixo e dele serão descontados reajustes regulares e adicionais de progressão, afetando inclusive aposentados e pensionistas. A VPNI também absorverá os adicionais de insalubridade e periculosidade da categoria.

“Com remuneração rebaixada, nós não conseguiremos ter mais médicos para o serviço público federal. Para evitar tal retrocesso já apresentamos 31 emendas à MP 568”, informa Jandira Feghali. “Também iremos ao Planejamento expor os equívocos da MP e tentar impedir que ela reduza vencimentos e acordos firmados em amplas mesas de negociação.”

A propósito. A Comissão Mista no Senado Federal já aprovou requerimento para convidar a ministra Miriam Belchior para uma audiência. Falta marcar a data.

Fonte: Viomundo


http://www.dr-sergio-cruz.com/

sexta-feira, 25 de maio de 2012

ATENÇÃO COMPANHEIROS(as).

RESOLUÇÕES DA EXECUTIVA NACIONAL

Dia 31 de maio de 2012 encerra-se o prazo para os filiados(as) estarem em dia com a contribuição regular e participarem com todos os direitos partidários no processo eleitoral deste ano.
 O filiado(a) que não estiver em dia com sua contribuição regular até 31/05/2012, não pode votar nas convenções municipais de escolha de candidatos, não pode fazer parte de Comissões Provisórias Municipais do PPL e não pode ser candidato(a) a nenhum cargo eletivo, nem ter sua candidatura homologada e registrada pelo partido no processo eleitoral de 2012.
Dia 25/05/2012 sexta-feira às 24:00 horas encerra-se o prazo de cadastramento na Secretaria Nacional de Finanças.
Receberemos os cadastros pelo e-mail tesourarianacionalppl@uol.com.br . Para estar em dia, o(a) filiado(a), precisa estar cadastrado(a) na Secretaria Nacional de Finanças, receber o boleto e pagar a sua contribuição regular até 31/05/2012. É proibida qualquer outra
forma de recolhimento das contribuições regulares dos filiados que não seja através de boleto bancário emitido para cada filiado individualmente.

A Assessoria do Diretório Municipal do PPL está disponibilizado os formulários de filiação e de contribuição online. Os interessados devem enviar um e-mail para assessoria.ppljf@gmail.com fazendo a solicitação. Entre em contato conosco!

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Eleições 2012

O Partido Pátria Livre proporcionou aos seus militantes um rico e profundo debate sobre o processo eleitoral deste ano. A sua Convenção Municipal, que será realizada no mês de junho, irá definir os rumos que o Partido seguirá. Duas foram as propostas apresentadas: candidatura própria para Prefeitura e coligação com outros partidos. Vencendo a proposta de candidatura própria, dois foram os nomes apresentados: Wilhans Moraes, Presidente do PPL-JF e o comunicador Leo Peixoto. 


Nossos pré-candidatos:

Wilhans Moraes - Presidente PPL/JF
Wilhans Moraes - Presidente PPL/JF
Bacharel em Direito e graduado em Administraçao Pública. Wilhans Lopes de Moraes nascido em março de 1966, tem toda a sua vida ligada aos movimentos sociais e políticos da nossa querida Juiz de Fora.
Iniciou suas atividades como liderança estudantil secundarista e presidente da Associação de Moradores dos Bairros São Bernardo, são Sebastião e Jardim do Sol. Foi presidente da União Juizforana dos Estudantes Secundaristas (UJES) por diversos mandatos. Foi Vice-Presidente da União Colegial de Minas Gerais (UCMG), Vice-Presidente da Região Sudeste da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas ( UBES). Foi fundador e organizador de diversos grêmios estudantis nas escolas publicas e particulares da nossa cidade. Foi militante e dirigente do Movimento Revolucionário 8 de outrubro (MR-8).
Foi Presidente do Diretório Municipal do Juventude do PMDB, Vice- Presidente do Diretório Estadual da Juventude do PMDB e Vice-Presidente Nacional dessa mesma Juventude. Sendo fundador do DA (Diretório Acadêmico) da UNIPAC.
Assessorou e organizou vários Sindicatos em Juiz de Fora, podendo-se destacar o movimento MARRETA da Construçao Civil e o MRR (Movimento de Renvação Rodoviário) do Sindicato dos Rodoviários de Juiz de Fora e atuando em sindicatos em Belo horizonte.
Destacou-se também na organização das entidades comunitárias, onde contirubuíu para a fundação de algumas SPM's de vários bairros de Juiz de Fora.
Foi eleito Presidente da SPM (Sociedade Pró-Melhoramentos) dos Bairros São Bernardo, São Sebastião e Jardim do Sol.
Wilhans Moraes, foi importante na organização de diversas Associações Femininas de Juiz de Fora, como as Associações de Mulheres dos Bairros Milho Branco, JK e Jardim da Lua, do Bairro Santo Antonio e Bairro Industrial, o que levou a fundação da Associação das Mulheres de Juiz de Fora.
Wilhans Moraes é um dos fundadores do Conselho Municipal de Assistência Social (CMAS), onde foi secretário e o seu Vice-Presidente.
Recentemnte idealizou e criou a Associaçao Municipal de Apoio aos Egressos e Recuperandos do Sistema Penitenciário de Juiz de Fora (AMAER) , idealizou e criou a Associação dos Funcionários da AMAC (AFA).
Wilhans Moraes reconstruíu o PCB (Partido Comunista Brasileiro) em Juiz de Fora, foi membro da Executiva do PDT. Atualmente atua como Assessor Sindical, Coordenador de Projetos a PJF e preside a Comissão Provisória do Partido da Pátria Livre em Juiz de Fora. É membro da Anistia Internacional.
* Informações fornecidas por Wilhans Lopes Moraes.

Leo Peixoto - Comunicador


° A partir de 1991, produz e apresenta o Programa Mixto Quente, que marcou toda a geração dos anos 90;
° Apresentou na TV Tiradentes/BAND, o PROGRAMA LÉO PEIXOTO;
° Autor do livro "Do sonho a realidade";
° Criou a primeira rádio comunitária da cidade, de onde transmite o programa LÉO PEIXOTO AO VIVO;
° Apresentou e produziu do programa DOMINGO NO SHOPPING, do Exposhop;
° Com o apoio do GRUPO SOLAR, apresentou ao lado de Edgar Ribeiro, o programa DOMINGUEIRA SOLAR;
° Alguns dos principais eventos que Léo Peixoto foi parceiro como apresentador e/ou produtor:
* RAINHA DA PRIMAVERA da ASE;
* ANIVERSÁRIO DA SHEILA CARVALHO;
* BUMBA MEU POVO da Funalfa;
* 2º CHURRASCÃO FATOS EM FOCO da TV Alterosa;
* ARRAIÁ DO GEAN & ROGER;
* Showmicios e Convenções para partidos políticos;
° Apresentador oficial por 10 anos consecutivos do FESTIVAL DE PRÊMIOS da FEIJOADA CESAR ROMERO, do jornal TRIBUNA DE MINAS;
° Apresentou a primeira transmissão de TV a cabo de Juiz de Fora, via TV PLURAL/NET, de onde comandou o programa SEM LIMITES;
° Retornou a TV Bandeirantes, através do programa MÔNICA MENDES;
° Fez parte dos integrantes do programa OS INVASORES do grupo TQ, transmitido pela RÁDIO CIDADE FM;
° Pela TVE/Rede Minas, apresentou uma nova versão do PROGRAMA LÉO PEIXOTO;
° Participou como ator na peça sucesso de público do TQ, TROPA DE ELITE DA GUARDA MUNICIPAL DA NOVA JUIZ DE FORA 2;
° Comandou a edição 2009 do SHOW DE TALENTOS da TV Alterosa/Sta. Cruz Shopping;
° É o editor da REVISTA DAS PERSONALIDADES, publicada semestralmente;
° Recebeu duas Moções de Aplauso da Câmara Municipal, através dos vereadores João Carlos Arantes e Francisco Canalli;
° Escreve diariamente para o BLOG DO LÉO : www.leopeixoto.com.br ;
° Ministra a palestra "A arte de falar em público e conquistar os seus sonhos";
° Dirige a empresa DESIGNER APRESENTAÇÕES, que organiza eventos como o PERSONALIDADES JF, com absoluta garantia de qualidade e credibilidade.

*Informações fornecidas na página http://www.leopeixotopalestra.blogspot.com.br/

"O ideal é ainda a alma de todas as realizações." Getúlio Vargas